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Notícias
No dia 9 de setembro, o ISEL assinalou o novo ano letivo, dando as boas-vindas aos estudantes que iniciaram o seu percurso académico na instituição. O Welcome 2026/27 reuniu centenas de participantes num dia dedicado à integração, informação e convívio.A manhã começou com a sessão de boas-vindas, realizada no Auditório Principal, com direito a lotação esgotada. O Presidente do ISEL, Professor José Nascimento, deu início à sessão, sublinhando a importância desta nova etapa académica.Seguiu-se a apresentação da Vice-Presidente, Professora Carla Viveiros, que partilhou informações relevantes para a integração dos estudantes na comunidade ISEL, incluindo oportunidades de bolsas de estudo, o papel dos núcleos de estudantes, os principais serviços de apoio disponíveis e os programas de mobilidade internacional.A encerrar a sessão da manhã, o Presidente da AEISEL, o estudante Humberto Carvalho, dirigiu-se aos novos colegas, dando-lhes as boas-vindas e apresentando o trabalho desenvolvido pela Associação de Estudantes.O acolhimento aos estudantes internacionaisDurante a tarde, o Auditório A recebeu a sessão de acolhimento aos estudantes incoming, conduzida pela equipa do Serviço de Relações Externas e Internacionalização. A sessão teve como objetivo prestar informações essenciais aos estudantes internacionais que escolheram o ISEL para realizar o seu período de mobilidade.No início da sessão, uma equipa da Polícia de Segurança Pública apresentou recomendações e informações de segurança importantes para a estadia dos estudantes em Portugal. O programa terminou com a apresentação dos coordenadores ECTS, que acompanharão os estudantes ao longo da sua experiência no ISEL.Welcome SunsetO dia terminou com um Welcome Sunset, organizado pela AEISEL. Num ambiente descontraído, os estudantes tiveram a oportunidade de conviver, conhecer melhor os colegas e contactar com as equipas das atividades extracurriculares, das tunas académicas e da Associação de Estudantes.[flickr-photoset:id=72177720335570798, size=q, num=10]Ver no flickr
O ISEL está a colaborar no desenvolvimento do protótipo do novo UMM Alter elétrico, um projeto que assinala uma nova etapa na história de uma das marcas mais emblemáticas da indústria automóvel portuguesa. A instituição assume um papel relevante no projeto, contribuindo com o desenvolvimento do sistema elétrico e de gestão do veículo. A participação do ISEL no projeto é assegurada pelo grupo de investigação Low Carbon Energy Conversion (LCEC), sob a responsabilidade do Eng.º Paulo Almeida, que lidera os trabalhos relacionados com o desenvolvimento do sistema elétrico e da arquitetura de gestão do veículo. Esta colaboração evidencia a capacidade da instituição para contribuir para projetos de engenharia aplicada com impacto direto na indústria, colocando o conhecimento científico e tecnológico ao serviço da inovação nacional. Iniciativas desta natureza proporcionam ainda oportunidades de envolvimento a docentes, investigadores e estudantes no desenvolvimento de soluções tecnológicas em áreas estratégicas, como a mobilidade elétrica, os sistemas de energia e a sustentabilidade.A apresentação do veículo decorreu durante o Caramulo Motorfestival 2026, onde foram reveladas as primeiras características técnicas daquele que poderá representar o regresso da UMM ao desenvolvimento de veículos com tecnologia nacional. O protótipo utiliza uma motorização 100% elétrica com mais de 200 cv de potência, tração às quatro rodas e uma bateria de 55 kWh. Embora o modelo se encontre ainda numa fase de desenvolvimento, demonstra a aposta da marca numa estratégia orientada para a eletrificação e para a incorporação de conhecimento técnico produzido em Portugal.Notícias relacionadas:Razão Automóvel; Sapo; Welectric; Para Eles.Fotografia: Razão Automóvel
Uma proposta apresentada pelo ISEL foi selecionada no âmbito da EuroHPC Quantum Access Pilot Call, iniciativa europeia que disponibiliza acesso experimental à nova geração de computadores quânticos de alto desempenho.O projeto, coordenado pelo professor Manfred Niehus (DF/ISEL), recebeu tempo de computação no Euro-Q-Exa, um processador quântico europeu com 53 qubits. O trabalho irá explorar a utilização de computação quântica no apoio à síntese de estimadores e controladores para sistemas físicos estocásticos, com particular enfoque em experiências de termodinâmica fora do equilíbrio e motores de informação baseados em pinças óticas.A investigação terá um caráter exploratório e comparativo, procurando avaliar em que condições métodos quânticos poderão complementar abordagens clássicas de computação de alto desempenho e soluções de controlo em tempo real baseadas em FPGA.A atribuição deste acesso constitui uma oportunidade para desenvolver competências em computação quântica aplicada no ISEL e explorar novas ligações entre física, controlo, fotónica e sistemas embebidos.
Após os resultados da 1.ª fase do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior, o ISEL disponibiliza vagas em várias licenciaturas, oferecendo uma nova oportunidade aos estudantes que pretendem ingressar numa das maiores escolas de engenharia do país.A 1.ª fase confirmou a atratividade da oferta formativa do ISEL, com a colocação de aproximadamente 600 estudantes. Agora, com a abertura da 2.ª fase do concurso, os candidatos têm a possibilidade de concorrer às vagas ainda disponíveis em diversas áreas de formação, caracterizadas por uma forte ligação à indústria, aprendizagem prática e elevadas perspetivas de empregabilidade.As candidaturas à 2.ª fase do Concurso Nacional de Acesso decorrem entre 24 de agosto e 20 de setembro, sendo os resultados divulgados no dia 30 de setembro.O ISEL convida todos os estudantes que ainda procuram uma opção para o seu percurso académico a conhecerem a sua oferta formativa e a aproveitar esta nova oportunidade de ingresso numa instituição de referência no ensino da Engenharia e Tecnologia.Mais informações sobre licenciaturas aqui.
O Politécnico de Lisboa inicia, a partir de 1 de agosto de 2026, uma nova etapa da sua história ao passar a designar-se Universidade Politécnica de Lisboa, consolidando um percurso de afirmação institucional e de excelência no ensino superior português.A mudança decorre da entrada em vigor do novo Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (RJIES) (Lei n.º 32/2026, de 20 de julho), que permite esta alteração às instituições que reúnam os requisitos legalmente definidos. A recente decisão do Conselho de Administração da A3ES de conceder ao IPL acreditação institucional plena confirmou que a instituição cumpre esses requisitos, reconhecendo a sua maturidade institucional e o trajeto percorrido.O relatório da Comissão de Avaliação Externa reconheceu o trabalho desenvolvido pela instituição desde a anterior avaliação, destacando os progressos alcançados ao nível da governação, da consolidação do sistema interno de garantia da qualidade, da articulação entre escolas e serviços, da qualificação do corpo docente, da investigação, da internacionalização e da estratégia institucional implementada, sobretudo no último ano letivo. "Trata-se de um momento histórico para a nossa instituição e também para o ensino superior português", afirma António Belo, presidente do Politécnico de Lisboa."A passagem a Universidade Politécnica de Lisboa resulta do reconhecimento de uma evolução construída ao longo de décadas por todo o subsistema politécnico, que vê plenamente afirmada a sua capacidade para formar ao mais alto nível, produzir conhecimento, desenvolver investigação aplicada, criar inovação e contribuir decisivamente para o desenvolvimento do país", acrescenta.  A adoção da designação Universidade Politécnica de Lisboa assinala o início de um novo ciclo de afirmação institucional para uma comunidade académica composta por cerca de 12 mil estudantes e oito escolas superiores, comprometida com a produção de conhecimento, a formação de excelência e a resposta aos desafios da sociedade.Esta alteração não modifica a natureza da instituição nem a identidade das suas escolas, que mantêm as respetivas designações, projetos educativos e autonomia.Para Jaden Gomes, presidente da Federação Académica do Politécnico de Lisboa (FAIPL), "esta transição representa mais oportunidades e maior reconhecimento para uma instituição com maior capacidade para atrair investigação, financiamento, parcerias internacionais e talento". A designação Universidade Politécnica de Lisboa reforça igualmente o posicionamento nacional e internacional da instituição, potenciando a capacidade para atrair estudantes, docentes, investigadores, trabalhadores técnicos, especialistas e de gestão, bem como parceiros nacionais e internacionais, captar financiamento competitivo e ampliar a participação em redes e projetos de cooperação, mantendo a identidade e a missão do ensino superior politécnico.A propósito desta alteração, Jaden Gomes considera ainda que "é a prova de que é possível aproximar modelos de ensino sem abdicar da identidade do ensino politécnico, reforçando aquilo que sempre foi a sua maior força: formar profissionais altamente qualificados, inovadores e preparados para transformar a sociedade."A concretização deste objetivo estratégico reforça a capacidade da instituição para responder aos desafios atuais e futuros do ensino superior e reafirma o compromisso com a qualidade do ensino, da investigação, da inovação, da criação artística, da responsabilidade social e da ligação à sociedade. Segundo António Belo, a Universidade Politécnica de Lisboa continuará a afirmar uma identidade própria, assente na formação de natureza politécnica e na estreita articulação entre ensino, investigação aplicada, criação artística, inovação e transferência de conhecimento."Com esta nova etapa, afirmamos uma instituição pública mais forte, mais coesa e mais competitiva, preparada para formar profissionais altamente qualificados, produzir conhecimento e contribuir, de forma decisiva, para o desenvolvimento de Lisboa, do país e da Europa", refere o presidente do Politécnico de Lisboa.Jaden Gomes acrescenta que a passagem a Universidade Politécnica de Lisboa representa, acima de tudo, "o reconhecimento de um percurso construído ao longo de décadas. É uma mudança que valoriza o passado, faz justiça ao trabalho de milhares de estudantes, docentes e trabalhadores e ajuda a ultrapassar uma visão que, durante muitos anos, desvalorizou o ensino politécnico. Hoje sabemos que essa distinção deixou de fazer sentido." António Belo sublinha ainda que esta nova etapa resulta do empenho e da dedicação de várias gerações de estudantes, docentes, investigadores e trabalhadores técnicos, especialistas e de gestão, cujo contributo foi determinante para o percurso de afirmação da instituição."A passagem a Universidade Politécnica de Lisboa não representa uma mudança de identidade; representa, antes, a valorização da identidade politécnica e o reforço da responsabilidade que assumimos perante a sociedade", conclui António Belo.Nos próximos meses vai ter início o processo de adaptação dos Estatutos e dos regulamentos internos ao novo enquadramento jurídico, assegurando uma transição gradual, participada e alinhada com o novo RJIES. Texto e imagens GCI/IPL
O ISEL acaba de reforçar a sua infraestrutura científica com a aquisição de um espectrómetro de Ressonância Magnética Nuclear (RMN) de 80 MHz, modelo SPINSOLVE 80 Multi-X ULTRA.A aquisição, realizada no âmbito do projeto de infraestruturas científicas C4G – Colaboratório para as Geociências (LISBOA2030-FEDER-01318000), representa um investimento estratégico que amplia consideravelmente o leque de técnicas de caracterização disponíveis na instituição. O novo equipamento permite a análise de nove núcleos ativos — ¹H, ¹³C, ³¹P, ¹⁹F, ⁷Li, ²³Na, ¹⁵N, ²⁷Al e ¹¹⁹Sn —, abrindo portas a um vasto espectro de aplicações em investigação e desenvolvimento.Entre as principais vantagens desta tecnologia destacam-se o seu caráter não invasivo e não destrutivo, bem como a versatilidade na análise de múltiplas matrizes, desde amostras aquosas e solos até tecidos biológicos. Estas características tornam a RMN uma ferramenta complementar de elevado valor para projetos nas áreas da química, geociências e ambiente, materiais e ainda ciências da vida.De um ponto de vista estratégico do C4G, a aquisição deste equipamento é o primeiro passo para complementar as infraestruturas existentes na anterior operação do C4G com química ambiental de elevada qualidade. A sua aquisição vem valorizar os estudos de geoquímica e química analítica, na medida em que contribui para um melhor conhecimento sobre a composição, estrutura e dinâmica de materiais orgânicos e inorgânicos, incluindo materiais relevantes para as geociências, como os produtos da fusão de silicatos e soluções aquosas.Este novo equipamento possibilita uma maior colaboração entre as diferentes Unidades de Investigação e Desenvolvimento associadas ao ISEL. Potencia, ainda, novas linhas de cooperação e de articulação com outras Unidades de Investigação e Desenvolvimento a nível nacional, nomeadamente com aquelas que integram a anterior operação C4G, e também a nível internacional, promovendo projetos conjuntos, intercâmbio de conhecimento e a contribuição para a formação de recursos humanos qualificados.Funding: