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Notícias
Da inovação à defesa, os drones afirmam-se hoje como uma tecnologia multifacetada crítica para a segurança, a competitividade e o desenvolvimento económico. É neste contexto que o ISEL lança a Pós-Graduação em Tecnologias Avançadas para Drones, uma formação desenvolvida em estreita ligação com empresas e instituições de referência do setor, entre as quais a TEKEVER, a Speedbird, a Força Aérea Portuguesa, a Universidade de Odessa na Ucrânia, a Universidade SENAI CIMATEC (parceira da Embraer) no Brasil, e que conta com o apoio do Cluster Português para as Indústrias de Aeronáutica, Espaço e Defesa (AED).A crescente adoção de sistemas não tripulados está a impulsionar a procura por profissionais com competências em áreas como sistemas autónomos, inteligência artificial, sensores, comunicações, gestão do espaço aéreo e processamento de dados. A nova pós-graduação foi concebida para responder a esta necessidade, aproximando a academia das empresas e instituições que estão na linha da frente da inovação tecnológica.Com um corpo docente composto maioritariamente por profissionais da indústria e especialistas da TEKEVER, da Speedbird, da Universidade de Odessa, da Universidade SENAI CIMATEC e da Força Aérea Portuguesa, entre outros, a pós-graduação combina conhecimento académico com experiência operacional. O programa inclui ainda visitas técnicas a empresas e entidades de referência, proporcionando contacto direto com tecnologias, operações e casos de uso reais. "Os drones deixaram de ser uma tecnologia de nicho para se tornarem uma infraestrutura crítica para a inovação, a segurança e a competitividade das economias modernas. A formação de profissionais preparados para responder a estes desafios é hoje uma prioridade estratégica", afirma António Serrador, assessor da Direção do ISEL, membro da coordenação da Pós-Graduação e coordenador do grupo de trabalho da mobilidade aérea avançada da AED.A pós-graduação, de 60 ECTS, aborda áreas fundamentais para o desenvolvimento e operação de sistemas avançados de drones, incluindo eletrónica, aerodinâmica, sistemas embarcados, telecomunicações, automação, inteligência artificial, análise de dados, sensorização, gestão do espaço aéreo, economia de guerra, projeto e integração de sistemas autónomos.Mais do que uma oferta académica, esta iniciativa pretende reforçar a ligação entre ensino superior e indústria, contribuindo para a formação de talento qualificado numa das áreas tecnológicas com maior potencial de crescimento e impacto estratégico para Portugal e para a Europa.As candidaturas decorrem até 15 de outubro. Mais informações aqui.
O ISEL participou no REPMUS26 – Robotic Experimentation and Prototyping with Maritime Unmanned Systems, a convite da Marinha Portuguesa, reforçando o seu compromisso com a inovação, a investigação aplicada e a formação avançada nas áreas da robótica, sistemas autónomos e tecnologias emergentes.A participação do ISEL contou com seis estudantes de diferentes cursos e departamentos, no dia 14 de setembro, proporcionando uma experiência multidisciplinar de contacto direto com tecnologias e desafios reais associados aos sistemas autónomos e não tripulados. Participaram, ainda, os professores António Serrador (DEETC/ISEL) e Mário Mendes (DEM/ISEL), que marcaram presença no evento no dia 16 de setembro.O REPMUS constitui uma importante iniciativa internacional dedicada à experimentação, desenvolvimento e demonstração de sistemas robóticos e não tripulados em ambientes marítimos, reunindo forças armadas, instituições de ensino superior, centros de investigação e empresas tecnológicas. O exercício proporciona um contexto privilegiado para testar novas soluções em condições operacionais realistas e promover a colaboração entre diferentes áreas de conhecimento.A presença do ISEL permitiu aos estudantes contactar com sistemas autónomos, robótica móvel, veículos não tripulados e tecnologias de comunicação e controlo, complementando a formação académica com uma experiência prática num contexto internacional e multidisciplinar.Para o ISEL, esta participação representa, também, uma oportunidade para aprofundar a cooperação com a Marinha Portuguesa e com os diferentes parceiros nacionais e internacionais envolvidos no REPMUS, criando novas oportunidades para projetos de investigação e desenvolvimento, dissertações de mestrado, formação avançada e transferência de conhecimento.A participação de estudantes provenientes de diferentes áreas de engenharia evidencia ainda a importância de uma abordagem multidisciplinar ao desenvolvimento dos sistemas autónomos do futuro, onde competências de eletrónica, automação, informática, telecomunicações, robótica e outras áreas de engenharia convergem para responder a desafios tecnológicos complexos.Fotografia: Marinha Portuguesa
O polo do IDL no ISEL recebeu recentemente três estudantes da Universidade de Estrasburgo e da École et Observatoire des Sciences de la Terre (EOST), que realizaram internships de investigação no âmbito da sua formação académica.Para estes estudantes, a realização de períodos de estágio em contexto profissional ou de investigação integra obrigatoriamente a respetiva formação, estando previsto um total de 17 semanas de experiência fora da instituição de origem ao longo do percurso académico. Foi neste contexto que Amélie Pierrat, Florence Pain e Théo Ranaivoarimalal realizaram os seus internships no polo do IDL.A escolha partiu dos próprios estudantes, que contactaram diretamente os docentes do ISEL Graça Silveira (DF/ISEL), David Schlaphorst (DF/ISEL) e Nuno Dias (DF/ISEL), manifestando o seu interesse em desenvolver trabalhos na área da Sismologia. Os projetos foram integrados em linhas de investigação e trabalhos em curso dos investigadores do Grupo de Geofísica do ISEL, permitindo simultaneamente aos estudantes adquirir experiência de investigação e contribuir para estudos em desenvolvimento.Amélie Pierrat desenvolveu o trabalho “Estudo da crusta sob o Arquipélago dos Açores a partir da análise de Receiver Functions”, dedicado à caracterização da estrutura sísmica da crusta no arquipélago dos Açores. O estudo teve em consideração o contexto geodinâmico da região, nomeadamente a natureza vulcânica das ilhas, a proximidade da Crista Média-Atlântica e a interação entre as placas Euroasiática, Norte-Americana e Africana.Florence Pain realizou o trabalho “Estudo da Crusta sob o Arquipélago da Madeira a partir da análise de Receiver Functions”. O projeto incidiu sobre a caracterização da estrutura sísmica da crusta no arquipélago da Madeira, com particular atenção à espessura da crusta, à sua estratificação e à identificação e caracterização da descontinuidade de Mohorovičić (Moho) nas ilhas da Madeira, Porto Santo e Desertas.Théo Ranaivoarimalala desenvolveu o trabalho “Estudo da sismicidade na região da Grande Lisboa na sequência do sismo de Mw 4,7 de 17 de fevereiro de 2025”. O trabalho baseou-se na análise dos dados registados por uma rede temporária de seis estações sísmicas instalada na região após o sismo de 17 de fevereiro de 2025. O objetivo foi detetar e localizar réplicas, avaliar o contributo da rede temporária para a capacidade de deteção sísmica e caracterizar a evolução da sismicidade na região da Grande Lisboa.A realização destes internships permitiu, assim, aproximar a formação académica da investigação científica em curso, proporcionando aos estudantes contacto direto com dados reais, metodologias de análise e problemas científicos concretos. Para o Grupo de Geofísica do ISEL, a participação destes estudantes constituiu também uma oportunidade de reforçar os trabalhos de investigação em desenvolvimento e a colaboração internacional.
Há um novo espaço no ISEL para descobrir filmes, trocar ideias e conversar sobre cinema. O Cineclube ISEL, criado por estudantes do Instituto e integrado na Rede de Núcleos Estudantis, pretende reunir a comunidade em torno da sétima arte.Através da exibição e discussão de filmes, o novo clube quer promover a cultura cinematográfica, estimular o debate e criar oportunidades de convívio para além das aulas. A iniciativa procura também contribuir para uma comunidade mais próxima, proporcionando um espaço informal, seguro e aberto à partilha.Atualmente, o Cineclube ISEL conta com cerca de 14 membros e está a aceitar novas candidaturas. A participação está aberta à comunidade académica do ISEL, a estudantes de outras instituições de ensino superior e a todas as pessoas interessadas em cinema com idade igual ou superior a 16 anos.O Cineclube integra a Rede de Núcleos Estudantis do ISEL, que reúne projetos criados por estudantes e apoiados pela Instituição, incentivando a participação, a colaboração e o desenvolvimento de atividades para além da formação académica.Se o cinema também faz parte da tua história, junta-te ao Cineclube ISEL aqui. 
Ahmed Al Najjar ingressou numa Licenciatura do ISEL, através do Concurso Estudante Internacional, para o ano letivo 2026/2027, tendo formalizado a respetiva matrícula. O ISEL está disponível para o receber e apoiar a sua integração académica, assim que seja possível a sua deslocação para Portugal.O Instituto tem conhecimento dos constrangimentos que atualmente impedem o estudante de realizar os procedimentos necessários à obtenção da documentação de viagem e do visto.Embora estas matérias dependam das autoridades governamentais, diplomáticas e consulares competentes, o ISEL manifesta total disponibilidade para colaborar, no âmbito das suas atribuições, com as entidades oficiais, nas diligências que possam contribuir para viabilizar a chegada do estudante a Portugal e o início do seu percurso académico em Lisboa.
No passado dia 11 de setembro, o ISEL recebeu a SFPE Portugal – Associação para a Engenharia de Segurança Contra Incêndios para a assinatura de um protocolo de cooperação que reforça a ligação entre o ensino superior, a investigação e a prática profissional no domínio da Segurança Contra Incêndios.O protocolo foi formalizado pelo Presidente do ISEL, Professor José Nascimento, e pelo Presidente da SFPE Portugal, Dr. Paulo Prata Ramos. Esta parceria estabelece um quadro de colaboração orientado para a promoção da partilha de conhecimento técnico e científico, o desenvolvimento de iniciativas conjuntas de formação e investigação e a aproximação entre estudantes, docentes, investigadores e profissionais do setor.Para o ISEL, este protocolo representa mais um passo no fortalecimento da sua ligação à comunidade profissional e empresarial, criando novas oportunidades de aprendizagem, desenvolvimento de competências e contacto com os desafios reais da engenharia. A colaboração com a SFPE Portugal permitirá ainda potenciar atividades conjuntas que contribuam para a valorização da Engenharia de Segurança Contra Incêndios e para a formação de profissionais preparados para responder às exigências atuais e futuras desta área.